GENTE ONTEM FOI O DIA DO NIVER DA NI, A FILHOTA DO GIBA!!!!!!!!!!!!!!!
COMO ONTEM Ñ DEU PRA MIM POSTAR,HJ EU TÔ POSTANDO,UMA HOMENAGEM PRA NI!!!!
NICOLL...
QUE DEUS TE ABNÇÕE,E FAÇA DE SUA VIDA,
UMA NUVEM:
MESMO,QUE AS VEZES FIQUE CARREGADA,SEMPRE ESTARÁ NO CÉU...
E QUE SUA VIDA SEJA REPELTA DE MTA,
FELICIDADE,AMOR,SAÚDE,E TD QUE SEJA BOM!!!!!!!
UM BEIJO...
TCHAU
domingo, 19 de agosto de 2007
domingo, 12 de agosto de 2007
Ansiedade do Giba
"Nasceu a nossa filha?”, perguntou, ao telefone, a voz ansiosa que vinha da Grécia. Era Giba, o principal jogador da Seleção Brasileira de Vôlei na primeira fase da Olimpíada. “Ainda não. Mas se você continuar a me dar tantas emoções ela vai nascer já, já”, alertou, do Brasil, a romena Cristina Pirv, mulher do atleta. Era tarde da terça-feira 17 e o Brasil acabara de derrotar os italianos numa partida emocionante em que o atacante foi decisivo. Cristina parecia prever o que aconteceria na manhã seguinte. A cesariana estava marcada para 1° de setembro, para que Giba pudesse acompanhar o nascimento da primeira filha do casal, mas na madrugada da quarta-feira 18 ela acordou com dores e às 6hs chegou à Maternidade Curitiba. De lá, ligou para o marido e avisou que iria dar à luz.
Apesar de os familiares insistirem que Nicoll herdou a boca da mãe e o nariz e os olhos do pai, Cristina limita-se a afirmar que ela tem DNA de atacante. “Tem as mãozinhas e os pezinhos grandes, bem compridos. Se quiser jogar vôlei, o físico dela irá ajudar.”
Apesar de os familiares insistirem que Nicoll herdou a boca da mãe e o nariz e os olhos do pai, Cristina limita-se a afirmar que ela tem DNA de atacante. “Tem as mãozinhas e os pezinhos grandes, bem compridos. Se quiser jogar vôlei, o físico dela irá ajudar.”
GiBa CoNtRa AtAcA
Craque da seleção de vôlei, Gilberto Amauri de Godoy Filho teve leucemia aos seis meses, conseguiu curar-se e faz exames periódicos para evitar recaídaFábio Bittencourtde São PauloA leucemia linfática aguda é um tipo de câncer comum entre as crianças com idades de zero a cinco anos. A cada dez casos de câncer diagnosticados, quatro se referem a esse tipo, segundo dados norte-americanos. Em 1977, a técnica em nutrição Solange Santamaria, 47 anos, descobriu esses dados na prática. Ela soube que seu filho Gilberto Amauri de Godoy Filho, com apenas seis meses, sofria de leucemia. A criança passou, então, a enfrentar a maratona de tratamento, tomando diversos medicamentos. Foi assim durante um ano. Duas décadas depois, Gilberto transformou-se em um tipo de jovem que jamais sua mãe imaginaria. "Só parei para pensar nisso pouco tempo atrás", diz Giba, 30 anos, jogador da seleção brasileira masculina de vôlei e que está em Córdoba, na Argentina, disputando o Campeonato Sul-Americano. "Nunca tive noção da gravidade da situação."No Brasil, não existem dados específicos sobre o número de crianças que sofrem da doença e nem por que algumas conseguem a cura. Sabe-se, porém, que só no Hospital do Câncer, em São Paulo, surgem em média 50 casos da doença por ano. Desse total, 80% conseguem se curar graças ao recurso da quimioterapia. Giba, porém, engrossou a lista das crianças que, quando adultas, parecem nunca ter sofrido de uma doença grave como essa. Mesmo assim, a mãe cuidadosa não se distrai. "Na seleção, ele tem o apoio de médicos 24 horas por dia", diz Solange.Giba só se conscientizou da gravidade da doença que enfrentou quando, há três anos, viu-se diante de um quadro semelhante. Gianluca, 5 anos, filho do ex-jogador Renan Dal Zotto, 38 anos, sofre do mesmo mal. Na época em que o garoto teve a doença diagnosticada, Giba jogava no Chapecó, em Santa Catarina, sob a supervisão de Renan. "Vi o que ele passou, foi muito difícil", conta Giba. "Agora, o garoto está se recuperando", diz o jogador.Desde que foi convocado para a seleção brasileira infanto-juvenil, em 1993, a mãe parou de se preocupar com os exames de sangue periódicos de Giba. O cuidado é necessário, mesmo sabendo que com o passar dos anos, a possibilidade de o câncer voltar é cada vez menor. "O controle é necessário durante a vida toda", explica a médica Beatriz Camargo, chefe do departamento de Pediatria do Hospital do Câncer. "Os exames são necessários para evitar possível recaída da doença", conclui. "Ele mantém um bom desempenho nas quadras", diz João Olyntho Machado, 40 anos, um dos médicos da seleção brasileira.Ursinho na cama Giba nasceu em Londrina e cresceu irrequieto, como outros de sua idade. Certa vez, fez Solange levantar-se às 5h da manhã para procurar um galo de estimação, o Tadeu. "Ele adorava bichos, seu sonho era ser médico veterinário", lembra a mãe. Seu pai, Gilberto Amauri de Godoy, jogador profissional de futebol de salão, tentou colocar o garoto para jogar bola com os pés. Em vão. O menino gostava mesmo era de brincar na rua. Aos 11 anos, ficou internado três dias em um hospital por ter caído de uma árvore. Foi submetido a uma cirurgia de cinco horas, levou 150 pontos no braço. Dois anos depois, seus pais se separaram e Giba se mudou para Curitiba, onde morou com a mãe e a irmã Fernanda, 26 anos, até os 17 anos. Seu currículo é volumoso: já passou pelas equipes Chapecó, Cocamar, Olimpikus, Suzano,Minas Tênis Clube e hoje joga no Cuneo (ITA).Na casa da mãe, em Curitiba, guarda os presentes que ganha das fãs. Entre terços e bonecos, estão espalhados mais de 50 bichos de pelúcia. Chega a receber ainda 150 cartas por mês e dá um jeito de responder a todas. Um dos ursinhos do quarto, Giba usa como travesseiro. "Ele adora dormir com o Puffy", diz Fernanda, sua irmã mais velha
Hoje quem manda é a Nicoll!!!!!!!!!!!!

O dia é dos pais, mas quem recebe todas as atenções é a filha. Giba, atacante da seleção brasileira de vôlei, cai de amores pela pequena Nicoll, de 2 anos. Neste Dia dos Pais, o jogador não poderia estar mais feliz. A menina já entende o significado da data e Giba, pai coruja que é, fica todo bobo com os pedidos que recebe.
- É um dia muito especial. Agora, ela já sabe o que é a data e pede pela nossa presença. A participação dela nesses momentos me deixa muito feliz. Uma noite dessas, coloquei a Nicoll para dormir e, quando estava saindo do quarto, ela pediu que eu não viajasse de novo. Então, é muito prazeroso poder estar junto dela neste dia e sentir que ela quer estar comigo – conta ele.
"Meu maior presente é ver a minha filha feliz. Ela ter saúde é o que realmente me interessa. No resto, sou satisfeito por demais"
Giba e a família vão passar o domingo dos Pais em São Paulo, com um casal de amigos. Apesar de nem desconfiar o que a “filhota-mãe” vai lhe dar, o atacante não se preocupa muito com o presente que vai ganhar. Segundo ele, o mais importante é a saúde e a felicidade de Nicoll.
- Meu maior presente é ver a minha filha feliz. Ela ter saúde é o que realmente me interessa. No resto, sou satisfeito por demais – diz o jogador.
- É um dia muito especial. Agora, ela já sabe o que é a data e pede pela nossa presença. A participação dela nesses momentos me deixa muito feliz. Uma noite dessas, coloquei a Nicoll para dormir e, quando estava saindo do quarto, ela pediu que eu não viajasse de novo. Então, é muito prazeroso poder estar junto dela neste dia e sentir que ela quer estar comigo – conta ele.
"Meu maior presente é ver a minha filha feliz. Ela ter saúde é o que realmente me interessa. No resto, sou satisfeito por demais"
Giba e a família vão passar o domingo dos Pais em São Paulo, com um casal de amigos. Apesar de nem desconfiar o que a “filhota-mãe” vai lhe dar, o atacante não se preocupa muito com o presente que vai ganhar. Segundo ele, o mais importante é a saúde e a felicidade de Nicoll.
- Meu maior presente é ver a minha filha feliz. Ela ter saúde é o que realmente me interessa. No resto, sou satisfeito por demais – diz o jogador.
sábado, 11 de agosto de 2007

É tah dificil!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
O atacante Giba, atual capitão da equipe, não negou que é difícil jogar sem o melhor levantador do mundo e garante que não existiu qualquer tipo de reinvidicação sobre premiação com a Confederação Brasileira de Vôlei. No entanto, não esclareceu se o problema foi causado pela divisão da premiação dos jogadores com a comissão técnica.
- Não houve nada diferente do que já é feito há sete anos. Tudo é acertado com a CBV no início do ano. Todas as premiações são combinadas - explica ele, tendo o apoio do técnico Bernardinho, que por várias vezes respondeu perguntas direcionadas a Giba.
O treinador fez questão de explicar, mais uma vez, a situação de Ricardinho dentro da seleção. Isentando Marcelinho e Bruninho da polêmica, ele assumiu a responsabilidade de ter decidido sozinho pelo corte do levantador, considerado o melhor do mundo na posição.
- Já disse o que tinha de dizer ao Ricardo. Não vou conversar com ele por meio da imprensa. Preciso fazer o que é correto. E sou eu que decido isso. Agora vou agir de acordo com as minhas convicções, pois vencer sem meus princípios não vale a pena.
- Não houve nada diferente do que já é feito há sete anos. Tudo é acertado com a CBV no início do ano. Todas as premiações são combinadas - explica ele, tendo o apoio do técnico Bernardinho, que por várias vezes respondeu perguntas direcionadas a Giba.
O treinador fez questão de explicar, mais uma vez, a situação de Ricardinho dentro da seleção. Isentando Marcelinho e Bruninho da polêmica, ele assumiu a responsabilidade de ter decidido sozinho pelo corte do levantador, considerado o melhor do mundo na posição.
- Já disse o que tinha de dizer ao Ricardo. Não vou conversar com ele por meio da imprensa. Preciso fazer o que é correto. E sou eu que decido isso. Agora vou agir de acordo com as minhas convicções, pois vencer sem meus princípios não vale a pena.
Vida e Carreira...
Sobre o Giba...
Nome: Gilberto Amauri de Godoy Filho.
Data de Nascimento: 23/12/1976.
Naturalidade: Londrina/ Paraná.
Peso: 85 Kg.
Altura: 1,92 m.
Pais: Solange e Gilberto.
Esposa: Cristina Pirv, 32.
Filha: Nicoll Pirv de Godoy.
Irmã: Fernanda.
Cor: Verde.
Time: Paraná Clube.
Grupo Musical: Paralamas do Sucesso e Fleetwood Mac.
Animal: Cavalo.
Filme: Cidade dos Anjos, Advogado do Diabo, Seven e Jerry Maguire.
Hobby: Cozinhar, assistir a filmes e ler livros.
Comida: Massas ,especialmente nhoque.
Mania: De mexer na sua correntinha e na camiseta.
Sonho: Ganhar outra Olimpíada.
Tatuagem: Uma Fênix do lado direito do tórax.
Joga no: Piemonte Cuneo (Itália).
Posição: Ponta.
Depois do volei: Quer ser veterinário.
MEDALHAS POR CLUBES *Campeão da Copa Itália pelo Cuneo 2006*Copa Brasil 96 pelo Chapecó/São Caetano *Vice-campeão da Superliga 97/98 pelo Olympikus *Paulista 98 pelo Papel Report *Vice-campeão da Superliga 98/99 pelo Papel Report *Superliga 99/2000 pelo Minas/Telemig*Superliga 2000/2001 pelo Minas/Telemig
TÍTULOS PELA SELEÇÃO: *Medalha de ouro no Mundial Infanto-Juvenil em 93 na Turquia*Medalha de prata na Copa do Mundo Juvenil em 94 *Mundial da Juventude 95 (seleção juvenil)*Medalha de bronze na Copa do Mundo em 95 *Copa do Mundo dos Campeões do Japão 97*Medalha de bronze na Liga Mundial 98/99 *Sul-americano 95, 97, 99, 2000 e 2001*Copa América 98, 99 e 2001.*Medalha de prata nos Jogos Pan-americanos de Winnipeg em 99*Medalha de ouro na Liga Mundial de 2001*Medalha de prata na Liga Mundial 2002*Torneio Consorzio Metano di Vallecamonica 2001 *Torneio Sei Nazioni 2002 *Medalha de ouro no Campeonato Mundial 2002*Medalha de ouro na Liga Mundial 2003*Medalha de bronze nos Jogos Pan-americanos de Santo Domingo 2003*Medalha de ouro na Copa do Mundo 2003*Medalha de ouro nas Olimpíadas de Atenas-04*Medalha de ouro na Liga Mundial 2005*Medalha de prata na Copa América 2005*Medalha de ouro no Campeonato Sul-Americano 2005*Medalha de ouro na Copa dos Campeões 2005
Nome: Gilberto Amauri de Godoy Filho.
Data de Nascimento: 23/12/1976.
Naturalidade: Londrina/ Paraná.
Peso: 85 Kg.
Altura: 1,92 m.
Pais: Solange e Gilberto.
Esposa: Cristina Pirv, 32.
Filha: Nicoll Pirv de Godoy.
Irmã: Fernanda.
Cor: Verde.
Time: Paraná Clube.
Grupo Musical: Paralamas do Sucesso e Fleetwood Mac.
Animal: Cavalo.
Filme: Cidade dos Anjos, Advogado do Diabo, Seven e Jerry Maguire.
Hobby: Cozinhar, assistir a filmes e ler livros.
Comida: Massas ,especialmente nhoque.
Mania: De mexer na sua correntinha e na camiseta.
Sonho: Ganhar outra Olimpíada.
Tatuagem: Uma Fênix do lado direito do tórax.
Joga no: Piemonte Cuneo (Itália).
Posição: Ponta.
Depois do volei: Quer ser veterinário.
MEDALHAS POR CLUBES *Campeão da Copa Itália pelo Cuneo 2006*Copa Brasil 96 pelo Chapecó/São Caetano *Vice-campeão da Superliga 97/98 pelo Olympikus *Paulista 98 pelo Papel Report *Vice-campeão da Superliga 98/99 pelo Papel Report *Superliga 99/2000 pelo Minas/Telemig*Superliga 2000/2001 pelo Minas/Telemig
TÍTULOS PELA SELEÇÃO: *Medalha de ouro no Mundial Infanto-Juvenil em 93 na Turquia*Medalha de prata na Copa do Mundo Juvenil em 94 *Mundial da Juventude 95 (seleção juvenil)*Medalha de bronze na Copa do Mundo em 95 *Copa do Mundo dos Campeões do Japão 97*Medalha de bronze na Liga Mundial 98/99 *Sul-americano 95, 97, 99, 2000 e 2001*Copa América 98, 99 e 2001.*Medalha de prata nos Jogos Pan-americanos de Winnipeg em 99*Medalha de ouro na Liga Mundial de 2001*Medalha de prata na Liga Mundial 2002*Torneio Consorzio Metano di Vallecamonica 2001 *Torneio Sei Nazioni 2002 *Medalha de ouro no Campeonato Mundial 2002*Medalha de ouro na Liga Mundial 2003*Medalha de bronze nos Jogos Pan-americanos de Santo Domingo 2003*Medalha de ouro na Copa do Mundo 2003*Medalha de ouro nas Olimpíadas de Atenas-04*Medalha de ouro na Liga Mundial 2005*Medalha de prata na Copa América 2005*Medalha de ouro no Campeonato Sul-Americano 2005*Medalha de ouro na Copa dos Campeões 2005
Mais um pouco sobre o Giba...
Bem, ainda não está concluído e a fonte de informações é a Gazzeta Esportiva. Tenho que escrever um final para a história que está desatualizado. Mas já dá para ter uma boa noção da carreira e vida do Giba. Logo logo eu termino essa sessão! :)
Impulção para cortadas:3,25
Impulção para bloqueio:3,12
CLUBES: Canadá, Círculo Militar, Curitibanos, Cocamar, Chapecó e Olympikus, Papel Report/Suzano, Telemig Celular/Minas, Ferrara (ITA) e Cuneo (ITA).Time atual: Cuneo (ITA).
As primeiras cortadas
O interesse de Gilberto Amauri de Godoy Filho pelo vôlei começou cedo. Com apenas 10 anos, em Londrina, cidade do norte do Paraná, o garoto começou a treinar. “Não tive nenhuma influência. Apenas jogava na escola, gostei e resolvi treinar”.Parece um início simples. Mas não foi. Apenas três meses após o começo de seus treinamentos, um acidente provocado por uma traquinagem de garoto impediu-o de continuar e ele pensou até em desistir das quadras. “’Éramos donos de padaria. Minha mãe estava fechando as portas e me mandou que a esperasse. Fugi para brincar de esconde-esconde, caí de uma árvore em cima da ponta de um portão de ferro”. Resultado: um rasgo no braço esquerdo do cotovelo até o pulso que exigiu 150 pontos para ser fechado. Giba jura que aquela foi a sua última desobediência à mãe. Entretanto, para sorte da torcida brasileira, alguns anos depois, em 1989, ele retornava às quadras do clube Canadá, ainda em Londrina, no qual treinou durante um ano.
O jovem padeiro
Durante o período em que esteve afastado do vôlei para recuperação de seu braço, Giba teve de enfrentar um outro problema: a separação dos pais. Isso o obrigou a ajudar sua mãe a tomar conta da padaria da família, em Londrina. E isso incluía inclusive colocar, literalmente, a mão na massa. O garoto Gilberto Amauri de Godoy Filho acordava às 4h30 para fazer pães, às 7 horas ia para a escola e depois voltava para a padaria e só retornava para casa à noite. Com sua recuperação, ele precisava jogar escondido da mãe que era contra sua paixão pelo vôlei. Mas ele sabia que seu negócio estava longe dos fornos, dos quais se livrou depois que a família se transferiu para Curitiba. O vôlei foi a forma que Giba encontrou para ajudar a família - mãe, irmã e avó - a melhorar de vida.É por essas e outras que ele optou pelas quadras quando chegou a dúvida: vôlei ou veterinária. O jogador pensou em cursar essa faculdade pois gosta muito de animais, mas optei pelo esporte. Entretanto, ele ainda pretende realizar esse sonho quando abandonar o vôlei.
A estréia na liga nacional
Em Curitiba, morando ao lado do Círculo Militar, foi difícil para dona Solange impedir que Giba frequentasse os treinamentos. Lá, ele ficou jogando durante dois anos, entre 1991 e 1992. “Nessa época não me destacava dos meus companheiros de equipe. Era um jogador regular. Era reserva da categoria acima da que eu jogava, mas se o técnico precisasse tirar alguém eu era o primeiro na lista”.Com apenas 16 anos, Giba fazia sua estréia na Liga Nacional. Saindo do Círculo Militar, ele foi jogar no Curitibanos do técnico Rubinho. Parece que ele não gostou muito da sua estréia no campeonato de projeção nacional. “No meio da temporada, resolvi sair do time e fui jogar vôlei de praia.” Mas isso foi pura diversão, simplesmente para não participar da Liga.Apesar de sua passagem pelo Curitibanos ter tido um encerramento inusitado, foi nessa época que ocorreu sua primeira convocação para a seleção brasileira infanto-juvenil. No ano seguinte, sua participação no campeonato nacional aconteceu pelo Cocamar, também de Curitiba. Segundo o próprio Giba, a equipe teve um desempenho muito ruim na competição. “Nossa projeção era ficar pelo menos em quarto lugar. Ficamos apenas em sétimo em 1995.” Segundo ele mesmo, o time jogou muito mal principalmente em seu último ano na equipe.
Aterrissando na metrópole do vôlei
Mesmo não realizando um bom campeonato em 95, Giba conseguiu chamar a atenção de Renan, então técnico do Chapecó de São Caetano. Pela equipe, o ponta ficou em quarto lugar no Campeonato Brasileiro. “Esse ano foi muito bom na minha carreira. Fizemos uma ótima campanha no Brasileiro que resultou no quarto lugar.”Apesar de profissionalmente Giba ter certeza de que a passagem pelo Chapecó tenha sido fundamental para sua carreira, economicamente ele tem lá suas dúvidas. O clube ficou devendo cinco meses de salário para todos os jogadores que ainda não foram pagos. “Para nós, jogadores, esse dinheiro faz uma tremenda falta”, afirma. Do Chapecó Giba se transfere para o Olympikus, na época com sede em Indaiatuba. Itinerante, o time vai para Campinas e na Superliga 97/98 defende a cidade do Rio de Janeiro. Muito satisfeito com a nova sede, Giba aproveita para pegar um bronze nas praias cariocas. No Olympikus, um dos melhores times de vôlei do Brasil, Giba conquistou o campeonato nacional de 97 e, em 98, ficou em segundo lugar, quando a equipe foi superada apenas pela estreante Ulbra, de Canoas. No final do campeonato, ele amargou o banco de reservas. Apesar de gostar muito do Rio de Janeiro, o jogador aceitou, em abril de 98, uma proposta do Papel Report/Suzano para assinar um contrato de dois anos. “A proposta deles foi maior e, por isso, mudei de clube”.O resultado veio rápido. No mesmo ano, a equipe conquistou o campeonato paulista. Pela Superliga 98/99, o time disputou a final contra o Ulbra, mas perdeu o título. Depois do fim do torneio, a equipe dispensou a maioria de seus jogadores de ponta - entre eles Giba - e montou um time em cima das equipes de base. A partir de então, o jogador passou a negociar com vários clubes - inclusive italianos -, mas acabou indo para Minas por onde disputa a liga nacional da temporada 2000.Em Belo Horizonte, Giba conquistou mais um título: a Superliga da temporada 99/2000, ao lado das feras Carlão, Maurício e Douglas.
Iniciando uma nova geração
Suas passagens pela seleção são tão importantes para Giba que ele divide sua carreira em quatro ciclos: o começo (93), 1995, 1996 e 1997. Todos eles ligados à seleção. Em 1993, quando defendia o Curitibanos, Giba recebeu sua primeira convocação para a seleção infanto-juvenil, dirigida pelo técnico Perci Onken. Naquele ano, o atacante é eleito no Mundial da Juventude, disputado em Istambul (Turquia), o melhor atacante e o melhor jogador. Sua ajuda à equipe foi expressiva: o Brasil leva o título.Na segunda fase, Giba lembra sua primeira convocação para a seleção adulta. Mas antes disso acontecer, o jogador defendeu a equipe juvenil do técnico Marcos Lebarch, no Mundial da Malásia, em que mais uma vez recebeu o prêmio de melhor atacante. No campeonato o Brasil foi vice-campeão.Giba recorda que, depois de sua ida para a seleção e retornando ao seu clube, teve uma queda monstruosa de rendimento. ”Eu estava muito bem na seleção e voltei jogando muito mal.”No ano seguinte uma péssima recordação: o primeiro desde a profissionalização fora da seleção. Segundo Giba, isso foi resultado da péssima campanha realizada no Cocamar. “Em 95 eu não estava jogando bem e a equipe também estava ruim. Tanto é que ficamos em sétimo lugar no campeonato nacional. Isso se refletiu na convocação”.Em 97, ele retorna e desde então vem se firmando como um dos principais jogadores da equipe de Radamés Lattari. Naquele ano, conquistou a Copa dos Campeões, disputada no Japão, e o Sul-americano. Em outubro de 1998, na jovem equipe, contando apenas com Maurício e Douglas remanescentes da geração de ouro, Giba conquistou - ao lado de Nalbert, Max, Kid, Gustavo e cia - a Copa América. Um verdadeiro feito, derrotando na final a récem-campeã da Liga Mundial, Cuba. Uma surpresa gratificante que só atrairia mais a atenção da torcida para o Mundial do Japão disputado em novembro.E o desempenho no Mundial não poderia ser mais positivo, derrotando na fase classificatória e nas quartas-de-final todos os seus adversários, inclusive a temida Cuba por fáceis 3 sets a 0. Durante algumas rodadas, ele chegou a liderar as estatísticas de ataque e, no final, ficou em nono lugar nos números do fundamento. Depois disso, o título parecia certo. Mas para chegar à final ainda era necessário passar nas semifinais pela Itália, dirigida por Bebeto de Freitas, ex-técnico Brasil. Não parecia tão difícil assim. Mas foi. Em um jogo vibrante, as duas equipes se enfrentaram de igual para igual. Até que Giba caiu em cima da bola, virou o pé e rompeu os ligamentos do tornozelo esquerdo. Mesmo com a grave contusão, o jogador continuou em quadra até o final do jogo. Infelizmente, para o Brasil ficou mais difícil. A equipe foi derrotada por 3 a 2, em um jogo considerado por Giba o melhor do campeonato. “Nós nos superamos. Não ter conquistado o título não significa que não estávamos bem. Em um torneio desses, depois de chegar às semifinais qualquer uma das equipes pode ser campeã.” Mas ele não nega que o quarto lugar pode ter sido influência de sua contusão.Em 1999, após sua total recuperação, o jogador disputou a Copa América nos Estados Unidos, o Sul-americano na Argentina e o Pan-americano em Winnipeg. Nos dois primeiros torneios o Brasil ficou com o título, mas no último conseguiu apenas a medalha de prata. Mas a conquista mais importante ficou para o início de 2000: apesar de ficar de fora do primeiro jogo com problemas no joelho, o jogador voltou ao time no jogo contra a Venezuela, pelo Pré-olímpico, e ajudou a seleção a ficar com a vaga para as Olimpíadas de Sydney.Em 2001 a estrela de Giba brilhou. Depois de um excelente desempenho em toda a fase classificatória do Mundial, o Brasil - comandado por Bernardinho - enfrentou nada menos do que a temida seleção italiana na disputa da medalha de ouro. Giba e seus companheiros de equipe não decepcionaram, derrotando a primeira colocada no ranking mundial da FIVB (Federação Internacional de Vôlei) por 3 sets a 0. No mesmo ano, garantiu o título do Sul-americano.
Bem, ainda não está concluído e a fonte de informações é a Gazzeta Esportiva. Tenho que escrever um final para a história que está desatualizado. Mas já dá para ter uma boa noção da carreira e vida do Giba. Logo logo eu termino essa sessão! :)
Impulção para cortadas:3,25
Impulção para bloqueio:3,12
CLUBES: Canadá, Círculo Militar, Curitibanos, Cocamar, Chapecó e Olympikus, Papel Report/Suzano, Telemig Celular/Minas, Ferrara (ITA) e Cuneo (ITA).Time atual: Cuneo (ITA).
As primeiras cortadas
O interesse de Gilberto Amauri de Godoy Filho pelo vôlei começou cedo. Com apenas 10 anos, em Londrina, cidade do norte do Paraná, o garoto começou a treinar. “Não tive nenhuma influência. Apenas jogava na escola, gostei e resolvi treinar”.Parece um início simples. Mas não foi. Apenas três meses após o começo de seus treinamentos, um acidente provocado por uma traquinagem de garoto impediu-o de continuar e ele pensou até em desistir das quadras. “’Éramos donos de padaria. Minha mãe estava fechando as portas e me mandou que a esperasse. Fugi para brincar de esconde-esconde, caí de uma árvore em cima da ponta de um portão de ferro”. Resultado: um rasgo no braço esquerdo do cotovelo até o pulso que exigiu 150 pontos para ser fechado. Giba jura que aquela foi a sua última desobediência à mãe. Entretanto, para sorte da torcida brasileira, alguns anos depois, em 1989, ele retornava às quadras do clube Canadá, ainda em Londrina, no qual treinou durante um ano.
O jovem padeiro
Durante o período em que esteve afastado do vôlei para recuperação de seu braço, Giba teve de enfrentar um outro problema: a separação dos pais. Isso o obrigou a ajudar sua mãe a tomar conta da padaria da família, em Londrina. E isso incluía inclusive colocar, literalmente, a mão na massa. O garoto Gilberto Amauri de Godoy Filho acordava às 4h30 para fazer pães, às 7 horas ia para a escola e depois voltava para a padaria e só retornava para casa à noite. Com sua recuperação, ele precisava jogar escondido da mãe que era contra sua paixão pelo vôlei. Mas ele sabia que seu negócio estava longe dos fornos, dos quais se livrou depois que a família se transferiu para Curitiba. O vôlei foi a forma que Giba encontrou para ajudar a família - mãe, irmã e avó - a melhorar de vida.É por essas e outras que ele optou pelas quadras quando chegou a dúvida: vôlei ou veterinária. O jogador pensou em cursar essa faculdade pois gosta muito de animais, mas optei pelo esporte. Entretanto, ele ainda pretende realizar esse sonho quando abandonar o vôlei.
A estréia na liga nacional
Em Curitiba, morando ao lado do Círculo Militar, foi difícil para dona Solange impedir que Giba frequentasse os treinamentos. Lá, ele ficou jogando durante dois anos, entre 1991 e 1992. “Nessa época não me destacava dos meus companheiros de equipe. Era um jogador regular. Era reserva da categoria acima da que eu jogava, mas se o técnico precisasse tirar alguém eu era o primeiro na lista”.Com apenas 16 anos, Giba fazia sua estréia na Liga Nacional. Saindo do Círculo Militar, ele foi jogar no Curitibanos do técnico Rubinho. Parece que ele não gostou muito da sua estréia no campeonato de projeção nacional. “No meio da temporada, resolvi sair do time e fui jogar vôlei de praia.” Mas isso foi pura diversão, simplesmente para não participar da Liga.Apesar de sua passagem pelo Curitibanos ter tido um encerramento inusitado, foi nessa época que ocorreu sua primeira convocação para a seleção brasileira infanto-juvenil. No ano seguinte, sua participação no campeonato nacional aconteceu pelo Cocamar, também de Curitiba. Segundo o próprio Giba, a equipe teve um desempenho muito ruim na competição. “Nossa projeção era ficar pelo menos em quarto lugar. Ficamos apenas em sétimo em 1995.” Segundo ele mesmo, o time jogou muito mal principalmente em seu último ano na equipe.
Aterrissando na metrópole do vôlei
Mesmo não realizando um bom campeonato em 95, Giba conseguiu chamar a atenção de Renan, então técnico do Chapecó de São Caetano. Pela equipe, o ponta ficou em quarto lugar no Campeonato Brasileiro. “Esse ano foi muito bom na minha carreira. Fizemos uma ótima campanha no Brasileiro que resultou no quarto lugar.”Apesar de profissionalmente Giba ter certeza de que a passagem pelo Chapecó tenha sido fundamental para sua carreira, economicamente ele tem lá suas dúvidas. O clube ficou devendo cinco meses de salário para todos os jogadores que ainda não foram pagos. “Para nós, jogadores, esse dinheiro faz uma tremenda falta”, afirma. Do Chapecó Giba se transfere para o Olympikus, na época com sede em Indaiatuba. Itinerante, o time vai para Campinas e na Superliga 97/98 defende a cidade do Rio de Janeiro. Muito satisfeito com a nova sede, Giba aproveita para pegar um bronze nas praias cariocas. No Olympikus, um dos melhores times de vôlei do Brasil, Giba conquistou o campeonato nacional de 97 e, em 98, ficou em segundo lugar, quando a equipe foi superada apenas pela estreante Ulbra, de Canoas. No final do campeonato, ele amargou o banco de reservas. Apesar de gostar muito do Rio de Janeiro, o jogador aceitou, em abril de 98, uma proposta do Papel Report/Suzano para assinar um contrato de dois anos. “A proposta deles foi maior e, por isso, mudei de clube”.O resultado veio rápido. No mesmo ano, a equipe conquistou o campeonato paulista. Pela Superliga 98/99, o time disputou a final contra o Ulbra, mas perdeu o título. Depois do fim do torneio, a equipe dispensou a maioria de seus jogadores de ponta - entre eles Giba - e montou um time em cima das equipes de base. A partir de então, o jogador passou a negociar com vários clubes - inclusive italianos -, mas acabou indo para Minas por onde disputa a liga nacional da temporada 2000.Em Belo Horizonte, Giba conquistou mais um título: a Superliga da temporada 99/2000, ao lado das feras Carlão, Maurício e Douglas.
Iniciando uma nova geração
Suas passagens pela seleção são tão importantes para Giba que ele divide sua carreira em quatro ciclos: o começo (93), 1995, 1996 e 1997. Todos eles ligados à seleção. Em 1993, quando defendia o Curitibanos, Giba recebeu sua primeira convocação para a seleção infanto-juvenil, dirigida pelo técnico Perci Onken. Naquele ano, o atacante é eleito no Mundial da Juventude, disputado em Istambul (Turquia), o melhor atacante e o melhor jogador. Sua ajuda à equipe foi expressiva: o Brasil leva o título.Na segunda fase, Giba lembra sua primeira convocação para a seleção adulta. Mas antes disso acontecer, o jogador defendeu a equipe juvenil do técnico Marcos Lebarch, no Mundial da Malásia, em que mais uma vez recebeu o prêmio de melhor atacante. No campeonato o Brasil foi vice-campeão.Giba recorda que, depois de sua ida para a seleção e retornando ao seu clube, teve uma queda monstruosa de rendimento. ”Eu estava muito bem na seleção e voltei jogando muito mal.”No ano seguinte uma péssima recordação: o primeiro desde a profissionalização fora da seleção. Segundo Giba, isso foi resultado da péssima campanha realizada no Cocamar. “Em 95 eu não estava jogando bem e a equipe também estava ruim. Tanto é que ficamos em sétimo lugar no campeonato nacional. Isso se refletiu na convocação”.Em 97, ele retorna e desde então vem se firmando como um dos principais jogadores da equipe de Radamés Lattari. Naquele ano, conquistou a Copa dos Campeões, disputada no Japão, e o Sul-americano. Em outubro de 1998, na jovem equipe, contando apenas com Maurício e Douglas remanescentes da geração de ouro, Giba conquistou - ao lado de Nalbert, Max, Kid, Gustavo e cia - a Copa América. Um verdadeiro feito, derrotando na final a récem-campeã da Liga Mundial, Cuba. Uma surpresa gratificante que só atrairia mais a atenção da torcida para o Mundial do Japão disputado em novembro.E o desempenho no Mundial não poderia ser mais positivo, derrotando na fase classificatória e nas quartas-de-final todos os seus adversários, inclusive a temida Cuba por fáceis 3 sets a 0. Durante algumas rodadas, ele chegou a liderar as estatísticas de ataque e, no final, ficou em nono lugar nos números do fundamento. Depois disso, o título parecia certo. Mas para chegar à final ainda era necessário passar nas semifinais pela Itália, dirigida por Bebeto de Freitas, ex-técnico Brasil. Não parecia tão difícil assim. Mas foi. Em um jogo vibrante, as duas equipes se enfrentaram de igual para igual. Até que Giba caiu em cima da bola, virou o pé e rompeu os ligamentos do tornozelo esquerdo. Mesmo com a grave contusão, o jogador continuou em quadra até o final do jogo. Infelizmente, para o Brasil ficou mais difícil. A equipe foi derrotada por 3 a 2, em um jogo considerado por Giba o melhor do campeonato. “Nós nos superamos. Não ter conquistado o título não significa que não estávamos bem. Em um torneio desses, depois de chegar às semifinais qualquer uma das equipes pode ser campeã.” Mas ele não nega que o quarto lugar pode ter sido influência de sua contusão.Em 1999, após sua total recuperação, o jogador disputou a Copa América nos Estados Unidos, o Sul-americano na Argentina e o Pan-americano em Winnipeg. Nos dois primeiros torneios o Brasil ficou com o título, mas no último conseguiu apenas a medalha de prata. Mas a conquista mais importante ficou para o início de 2000: apesar de ficar de fora do primeiro jogo com problemas no joelho, o jogador voltou ao time no jogo contra a Venezuela, pelo Pré-olímpico, e ajudou a seleção a ficar com a vaga para as Olimpíadas de Sydney.Em 2001 a estrela de Giba brilhou. Depois de um excelente desempenho em toda a fase classificatória do Mundial, o Brasil - comandado por Bernardinho - enfrentou nada menos do que a temida seleção italiana na disputa da medalha de ouro. Giba e seus companheiros de equipe não decepcionaram, derrotando a primeira colocada no ranking mundial da FIVB (Federação Internacional de Vôlei) por 3 sets a 0. No mesmo ano, garantiu o título do Sul-americano.
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